Da ideia ao primeiro cliente: projetamos, desenvolvemos e colocamos seu SaaS em produção.
A maioria dos projetos de SaaS empaca no vão entre a empresa que escreve o software e a empresa que deveria operar. A gente fecha esse vão sendo as duas — produto e plataforma, até o release em produção.
O que é o SaaS Launch
SaaS Launch pega uma ideia, um processo ou uma oportunidade de mercado e transforma em software rodando em produção, vendido como serviço. Cobre as decisões de produto, a aplicação em si e a infraestrutura embaixo dela, com um time só responsável da primeira conversa até o primeiro cliente pagante.
O arranjo comum divide essa responsabilidade: uma fábrica de software escreve o código e para no deploy, e uma segunda empresa deveria operar. O que fica no vão — ambientes, entrega, monitoramento, custo por cliente, recuperação — não é de ninguém, e é ali que prazo e orçamento somem. A gente constrói as duas metades, então não existe passagem de bastão onde a responsabilidade evapora.
O escopo é fatiado para algo real subir cedo, em vez de tudo chegar no fim. A primeira versão é pequena o bastante para colocar na frente de um cliente pagante e grande o bastante para a resposta dele significar alguma coisa. Dali ela cresce em novas features ou entra no Managed Cloud, para o ambiente continuar tendo dono.
É para você se
- Você tem um processo, uma ideia ou uma oportunidade de mercado que deveria virar produto.
- Você precisa de uma primeira versão que cliente real usa, não de protótipo.
- Você não quer coordenar uma fábrica de software e uma empresa de cloud.
- Seu time domina o negócio, mas não a plataforma embaixo dele.
- A arquitetura precisa sobreviver ao segundo e ao terceiro cliente.
Sinais de que você precisa disso hoje
- O produto existe em planilha e na cabeça das pessoas
- O processo funciona porque alguém específico sabe como. Não escala, e vai embora junto com a pessoa.
- Você gerencia dois fornecedores e um problema só
- O desenvolvedor culpa a infraestrutura, a empresa de infraestrutura culpa o código, e quem segura o prazo é você.
- O protótipo não aguenta cliente de verdade
- Demonstra bem e cai no segundo cliente, porque isolamento, autenticação e custo por cliente nunca foram projetados.
- Seu time domina o negócio, não a plataforma
- Eles descrevem todas as regras de negócio e ninguém quer ser dono do deploy.
Do que assumimos a responsabilidade
Um time só é dono do caminho inteiro. Não existe passagem de bastão onde a responsabilidade some.
Produto
- Definição de escopo e priorização
- Fluxos e telas
- Design system
- A primeira versão que dá para vender
Aplicação
- Frontend
- Backend e APIs
- Modelagem de banco
- Autenticação e autorização
Plataforma
- Infraestrutura Cloud como código
- CI/CD e ambientes
- Observabilidade e alertas
- Backup e recuperação
Lançamento
- Release em produção
- Revisão de segurança
- Documentação
- Janela de suporte pós-lançamento
Como acontece
O escopo é fatiado para algo real subir cedo, em vez de tudo chegar no fim.
- Discover — As regras de negócio, os usuários e a menor versão que já é genuinamente útil.
- Design — Fluxos de produto e arquitetura técnica decididos juntos — um restringe o outro.
- Build — Aplicação e infraestrutura construídas em paralelo, publicáveis desde o primeiro dia.
- Launch — Release em produção com monitoramento, backup e caminho de rollback.
- Evoluir — Novas features, ou Managed Cloud para manter o ambiente operado.
O que fica com você
Código, infraestrutura e documentação são seus. Sem camada proprietária que te obrigue a continuar pagando pela gente para usar.
- O produto rodando em produção, nas suas contas
- Código-fonte da aplicação nos seus repositórios
- Infraestrutura como código, ambientes e pipelines
- Modelagem de banco e migrações
- Autenticação e controle de acesso
- Observabilidade, alertas e backup
- Documentação técnica e handover
Tecnologias que entram aqui
Escolhidas por projeto. A gente não começa de um template que gosta.
- Go para serviços de backend e APIs
- React e TypeScript no frontend
- PostgreSQL, MySQL e Redis
- Arquitetura multi-tenant e isolamento entre clientes
- AWS com OpenTofu / Terraform
- CI/CD, containers e observabilidade desde o primeiro dia
Comercial
Valor por escopo, dimensionado junto na conversa técnica. Add-ons são separados e opcionais, nunca enchimento.
- Add-ons: app iOS/Android, pagamentos, integrações externas, IA, automações, WhatsApp, dashboards, módulos adicionais, arquitetura avançada.
- Security Pack pode ser acoplado ao lançamento.
- Tudo que construímos é entregue: repositórios, código de infraestrutura e documentação.
- Managed Cloud continua a operação depois que você está no ar.
Quando não é para você
- Um produto de prateleira já cobre o seu processo. Software sob medida custa mais que uma licença e precisa justificar a diferença.
- Você precisa de uma landing page ou de um site institucional. É um trabalho muito menor.
- A aplicação já existe e o problema é só a infraestrutura. Aí é Cloud Launch.
FAQ
- Isso é uma fábrica de software?
- Não — e a diferença é exatamente o ponto. Uma fábrica entrega a aplicação e para no deploy. A gente também responde pela cloud onde ela roda, pelo pipeline que publica e pelo monitoramento que avisa que está tudo bem.
- Dá para trabalhar junto com nossos desenvolvedores?
- Sim. Um formato comum é o seu time cuidando da regra de negócio enquanto a gente cuida da arquitetura, da plataforma e do caminho até produção.
- Qual o tamanho mínimo da primeira versão?
- Pequena o bastante para colocar na frente de um cliente pagante e grande o bastante para a resposta dele significar alguma coisa. Definir essa linha é boa parte do valor do Discover.
- E se já começamos a construir?
- A gente avalia o que existe. Código rodando é patrimônio; preferimos continuar a recomeçar, a não ser que continuar custe mais do que economiza.